Santificação Hoje em dia, vários crentes cristãos, especialmente os evangélicos, têm-se desviado do caminho, por menosprezarem a Torá, que os ensina a caminhar em santidade, e é onde o Eterno Deus revela a sua vontade, já que o pecado é a transgressão da Torá. O judeu David Stern fez a seguinte citação “O Novo Testamento sem o Antigo é tão impossível quanto o segundo, como o pavimento de uma casa sem o primeiro, o Antigo sem o Novo é tal e qual como uma casa sem tecto”. " A santificação é a essência da Torá. Lemos no livro de Hebreus 12:14 o seguinte "Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor;" O que é santificação? Logicamente que é desviarmo-nos do pecado. Mas, como dissemos à pouco, o que é que é pecado? Sem a Lei jamais conheceríamos aquilo que é pecado (Rom. 3:20). A Lei revela o pecado. Na instituição da Torá existem sacrifícios de animais para perdão de pecados, que apontavam para Yeshua, que ...
No Tanque de Betesda – בֵּית-חִסְדָּא Beit Chesed – Casa de Misericórdia em Hebraico – havia um Paralítico há 38 anos , e mais toda sorte de enfermos, doentes e miseráveis. Era um Tanque diferente dos demais, pois possuía Cinco – Sha’arei Chesed – Cinco Alpendres, ou seja, cinco Portas de Entrada para a Casa da Graça e da Misericórdia. Realmente, essa é uma das passagens mais belas do Novo Testamento . E quais seriam as Revelações, os Ensinos que estariam conectados com a Cura do Paralítico no Tanque de Betesda? Como a descrição que o Apóstolo João traz no capítulo 5 do seu Evangelho pode nos ajudar a entender essa passagem? Para que possamos compreender essa narrativa, e as partes consideradas “problemáticas” pelos Teólogos (como a descida do anjo que movia as águas), teremos de dividir este estudo em alguns tópicos: O Tanque de Betesda: Porque o Foi Construído? A Casa da Graça e da Misericórdia; “Trinta e oito anos (o Sin...
Há muita discussão sobre o jogo de influências entre o gnosticismo e o quarto evangelho. Não tenho a pretensão de fechar a questão com este artigo, isso demandaria muita pesquisa; e acredito que a coisa está cercada de tantas possibilidades que não seria possível ser categórico ainda que se leia e se destrinche tudo sobre o assunto. Seriam apenas fontes e evidências, mas as conclusões sempre margearão o campo da especulação. Se no fim das contas ficaremos dependentes de nossos próprios paradigmas que montam as peças desse gigante quebra-cabeça, minha tarefa aqui é apenas a de demonstrar (pelo menos vou tentar!) que há sempre uma interpretação alternativa para qualquer teoria, ainda que formulada com base em fontes ou evidências. Portanto, não estou tentando provar nada, apenas demonstrar que determinadas proposições que “evidenciam” uma influência gnóstica no Evangelho de João ou o propósito de sua autoria podem ser simplesmente uma furada. Vamos começar a questão pelo propósito d...
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