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Livre-Arbítrio e Responsabilidade Moral.

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Por  John Frame Há duas teorias sobre o livre-arbítrio que são geralmente discutidas em relação à responsabilidade ética. A primeira é usualmente chamada “libertarianismo”, é típica da teologia arminiana. Muitos filósofos têm argumentado a favor dela, de Epícuro nos antigos tempos à C. A. Campbell, H. D. Lewis, Alvin Plantinga e muitos outros recentemente. Realmente, parece haver algo como um consenso entre os filósofos cristãos hoje de que uma pessoa não pode fazer justiça à responsabilidade moral sem pressupor uma visão libertariana da liberdade. A visão libertariana declara que algumas decisões e ações humanas, particularmente decisões morais e religiosas, são estritamente  não-causadas . Nas formas mais sofisticadas de libertarianismo, estas decisões não são nem mesmo causadas por nossos desejos ou caráter. Eles são muito insistentes sobre isto: um ato verdadeiramente  livre  não é um ato que realiza nosso desejo mais forte; pelo contrário, tipicamen...

A apologética nos Símbolos de Westminster é pressuposicionalista?

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Por Luciano Sena Acho que toda defesa da fé cristã é útil, e para alguns contextos algumas são mais eficazes do que outras.  A apologética evidencialista, apresenta 'provas materiais', ou observáveis, em favor do cristianismo. Porém, 'a atualização de dados pode ser difícil para uma manutenção argumentativa'.  Uma apologética racionalista também apela constantemente para pressupostos filosóficos, razão e confronto intelectual. Mas a razão está ofuscados pelo pecado, impossibilitando um uso adequado dela por parte de pessoas não regeneradas (Veja minha opinião sobre a razão  AQUI ).  A apologética pressuposicionalista trabalha mais com antecedentes instalados na alma, o fator religioso que todo homem tem. Mas essa também tem sua dificuldade em um mundo onde a crença no mundo espiritual tem diminuído. A maioria dos irmãos Reformados tem apontado a apologética pressuposionalista como a apologética genuinamente reformada. Acredito nisso, mas não acho ...

Os cristãos e o álcool - R. C. Sproul

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Por R.C. Sproul "Lembro-me de certo jantar em que eu estava com um grupo num restaurante. A garçonete veio nos servir e perguntou: "O que desejam para beber? Alguém gostaria de um drinque?". Um dos nossos anfitriões a cortou dizendo: "Não, somos cristãos". O presunçoso farisaísmo de nosso anfitrião não somente embaraçou a garçonete, que estava simplesmente fazendo seu trabalho, mas passou uma mensagem errada sobre o cristianismo. Cristianismo não é sobre comida nem bebida. Beber álcool é um assunto controverso na comunidade cristã. Muitos argumentam que Jesus nunca bebeu vinho e que quando os fariseus o chamaram de beberrão estavam distorcendo a verdade. Eles também argumentam que o vinho que Jesus criou nas bodas de Caná era sem fermento. Esse tipo de argumento, contudo, reflete uma péssima e tortuosa abordagem do texto bíblico; isso acontece quando as pessoas abordam o texto bíblico com um viés cultural. Muitos estão convencidos de que a abst...

O argumento fracassado de Leandro Quadros contra o DOMINGO – Final

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Por Luciano Sena Os últimos argumentos apresentados por Leandro Quadros, na sua primeira postagem contra o Domingo, são: “Nem o Pai nem o filho reclamaram o domingo como “ SEU ” em qualquer sentido. Se seguirmos a lógica dos oponentes (em guardar o domingo por que Jesus ressuscitou no primeiro dia), poderíamos santificar a sexta-feira – o dia da crucificação. Ele não tem menos importância para nós cristãos! Por que não chamar o dia da “ascensão” de “dia do Senhor?” Qual critério bíblico é utilizado para dizer que o momento da ressurreição é mais importante que o dia em que Cristo morreu e subiu aos céus?”  ( AQUI ) Em primeiro lugar, a argumentação só teria alguma validade  SE  o texto de Apocalipse 1.10 não fosse aplicado ao primeiro dia da semana. João Ricardo Ferreira diz:  “O significado do termo “Kyriakê Hêmera” literalmente é: que diz respeito ao Senhor, fala do Senhor, senhorial, dominical... A Tradução de Apocalipse 1.10 seria: Eu fui arreba...

Homossexualidade é pecado!

Por Rev. Ronald Hanko Não é difícil crer que tem havido por muitos anos uma campanha organizada no governo e na mídia para promover um “entendimento” da homossexualidade. Dessa forma, a homossexualidade tem se tornado mais e mais aceita como algo “normal” em nossa sociedade. Mesmo a igreja tem, de modo geral, se rendido nessa questão. Que a homossexualidade é aceita na sociedade e na igreja, contudo, não significa que ela é aceitável a Deus. A Bíblia fala claramente sobre a homossexualidade. E visto que a Bíblia é a Palavra de Deus, toda discussão  deve começar e terminar com o que a Bíblia diz. Você sabe o que a Bíblia diz? A Bíblia diz claramente que a homossexualidade é pecado. Alguns podem não concordar com o que a Bíblia diz, mas não pode haver dúvida que isso é o que ela ensina. O livro de Romanos, capítulo 1, versículos 26-32, por exemplo, chama a homossexualidade de uma afeição  “infame”  e fala dela como algo que é  “contrário à natureza” ...

Rev. Hernandes Dias Lopes falando sobre Homofobia

Simples e direto! "O problema hoje é querer que um cristão aceite como natural, como normal, como legítimo, aquilo que os princípios de Deus não permitem... " "...Nós cremos que a Bíblia, palavra de Deus, é uma verdade absoluta, não é sujeita a essa ou aquela cultura, não é a cultura que valida a Escritura, a Palavra de Deus, mas é a Palavra de Deus que julga as culturas, de tal forma que o casamento como Deus instituiu tem algumas características, ele é heterossexual, ele é monogâmico e é monossomático..."  Rev. Hernandes Dias Lopes. Por Hernandes Dias Lopes Monogâmico - o homem deve deixar pai e mãe para unir-se à sua mulher. Monossomático - os dois tornam-se uma só carne, ou seja, podem desfrutar da relação sexual com alegria, santidade e fidelidade. O movimento LGBT acusa a igreja evangélica de ser homofóbica e sai às ruas em passeatas, estendendo bandeiras e gritando palavras de ordem, exigindo a aprovação da PL 122, que visa criminal...

Devorando a Liberdade

Por Lucas G. Freire O jornalista Jim Antle lançou ontem o seu livro Devouring Freedom ( Devorando a Liberdade ). A pergunta central do livro é se a concentração cada vez maior do poder político nas mãos do estado pode ser revertida. Antle dá sua resposta em termos da história dos presidentes e do poder legislativo nos Estados Unidos. A estatização da sociedade de fato pode ser revertida, mas o grande problema no sistema político americano é a ilusão de que os republicanos representam “mais liberdade” e os democratas representam “menos liberdade”. Para Antle, isso é um dos maiores obstáculos na vida política do país – vários republicanos e conservadores na história foram responsáveis por grandes atentados à liberdade. Por exemplo, a criação do Ministério da Educação sob o governo George W. Bush e sua “maioria republicana” no Congresso – uma burocracia estatal que viola a Constituição dos EUA, onde fica claro que o governo não tem direito algum a regular a educação e cultu...