UM APELO AOS PASTORES Como mencionado anteriormente, um pastor que prega a Bíblia deseja o crescimento da igreja, e todo pastor que prega a Bíblia deseja ver a salvação de tantos indivíduos perdidos quanto possível. Entretanto, todo pastor também precisa colocar um pé atrás e fazer uma avaliação baseada na Bíblia da Religião Orientada Para Resultados e das diretivas sutis e gradativas que podem colocar tanto o pastor quanto a congregação no caminho para a total apostasia. Os métodos de Robert Schüller, Bill Hybels, Dan Southerland, Rick Warren e outros, produzem resultados numéricos muito expressivos, mas o exame dos processos e do resultado revela que tudo não é como apresentado. Devido à natureza enganosa que o pastorado enfrenta em todos os níveis, os pastores precisam estar cientes da Escritura que adverte: "Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia." (12). Como uma defesa contra a apostasia sorrateira da Igreja do Novo Paradigma, as seguintes diretr...
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Mostrando postagens de março, 2012
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DEUS PAI É SOBERANO NA SALVAÇÃO Texto: Romanos 9:1-33 INTRODUÇÃO 1. Romanos 9 é a passagem mais clara sobre a Soberania de Deus. 2. O arminianos dizem que a passagem não defende a eleição soberana de Deus, mas a eleição de Israel. 3. Mas Paulo usa a eleição de Israel para ilustrar a eleição soberana de Deus na escolha de judeus e gentios (Rm.9:24, 30-32). PROPOSIÇÃO: DEUS PAI É SOBERANO NA SALVAÇÃO I. PORQUE ELE É O OLEIRO 1. Não há diferença entre os eleitos e não-eleitos: Tanto os “vasos da ira” (9:22) quanto os “vasos de misericórdia” (9:23) foram preparados da mesma massa (9:21). Efésios 2:...
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O PODER POR MEIO DA FRAQUEZA II – JOHN STOTT O Chamado para líderes cristãos É necessário entender o contexto cultural de Corinto, especialmente no que diz respeito à retórica. “A retórica era uma disciplina acadêmica sistemática ensinada e praticada em todo o mundo greco-romano”. ”Na verdade, no século 1º d.C, a retórica tinha se tornado a principal disciplina na educação superior romana.” Nos debates públicos, nas cortes de justiça e nos funerais “a retórica de apresentação e ornamentação” era tremendamente popular como “uma forma de entretenimento público”. Gradualmente a retórica “tornou-se um fim em si mesma, uma mera ornamentação, com o desejo de agradar a multidão… mas sem conteúdo ou intenção sérios”. Um “sofista” era um orador que “enfatizava o estilo em vez da substância”, a forma, no lugar do conteúdo. O objetivo era o aplauso, a vaidade e a verdade casual. (…) Essa era a situação em Corinto. 26. Porque, vede irmãos, a vossa vocação, que não s...
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Escondendo Nossa Bondade Posted: 27 Mar 2012 08:00 AM PDT Vamos esconder a nossa bondade - sim, vamos esconder até de nós mesmo. Dê com tanta freqüência, e de forma tão constante, que você nem mais nota que tenha ajudado os necessitados do que você notaria que tenha tomado suas refeições normais. Dê as suas esmolas sem nem sussurrar para si mesmo "Como sou generoso!" Não dê nenhuma recompensa para si mesmo. Deixe o assunto com Deus, que nunca deixa de ver, de notar, e de recompensar. - Este é o pão, que comido na pressa, é mais doce do que o banquete de reis. Charles H. Spurgeon em "O Talão de Cheques da Fé" (Faith's Checkbook). Christianity Today, Vol. 32, no. 5.FONTE: www.hermeneutica.com
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Sincretismo – R. C. Sproul Sincretismo é o processo pelo qual aspectos de uma religião são assimilados ou misturados com outra, levando as mudanças fundamentais em ambas. 1 Reis 16.29-34; 1 Coríntios 10.14-23; 2 Coríntios 6.14-18; Gálatas 3.1-14; Colossenses 2.8; 1 João 5.19-21. No Antigo Testamento, Deus estava profundamente preocupado com a pressão e a tentação do sincretismo. Enquanto o povo de Israel se movia em direção à Terra Prometida, foi confrontado com religiões pagãs. Os deuses cananeus, Baal e Aserá, tornaram-se objetos da devoção dos israelitas. Posteriormente, o povo de Deus adorou os deuses nacionais da Assíria e Babilônia. A Lei de Deus advertia claramente a Israel não somente contra abandonar o Senhor Deus por outros deuses, mas também contra adorar outros deuses juntamente com o verdadeiro Deus. Os profetas advertiram quanto aos juízos que viriam porque o povo modificava sua fé para acomodar do...
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Arthur W. Pink - Pelo beneplácito da Sua vontade Deus não estava sob coação, nem obrigação, nem necessidade alguma de criar. Resolver fazê-lo foi um ato puramente soberano de Sua parte, não produzido por nada alheio a Si próprio; não determinado por nada, senão o Seu próprio beneplácito, já que Ele "faz todas as coisas, segundo o conselho da sua vontade" (Efésios 1:11). O fato de criar foi simplesmente para a manifestação da Sua glória. Será que algum dos nossos leitores imagina que fomos além do que nos autorizam as Escrituras? Então, o nosso apelo será para a Lei e o Testemunho: "... levantai-vos, bendizei ao Senhor vosso Deus de eternidade em eternidade; ora bendigam o nome da tua glória, que está levantado sobre toda a bênção e louvor" (Neemias 9:5). Deus não ganha nada, nem sequer com a nossa adoração. Ele não precisava dessa glória externa de Sua graça, procedente de Seus redimidos, porquanto é suficientemente glorioso em Si mesmo sem ela. Que fo...
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Reunião de Pais e Mestres Era uma reunião numa escola. A diretora incentivava os pais a apoiarem as crianças, falando da necessidade da presença deles junto aos filhos. Mesmo sabendo que a maioria dos pais e mães trabalhava fora, ela tinha a convicção da necessidade de acharem tempo para seus filhos. Foi então que um pai, com seu jeito simples, explicou que saia tão cedo de casa, que seu filho ainda dormia, e que, quando voltava, o pequeno, cansado, já adormecera. Explicou que não podia deixar de trabalhar tanto assim, pois estava cada vez mais difícil sustentar a família. E contou como isso o deixava angustiado, por praticamente só conviver com o filho nos fins de semana. O pai, então, falou como tentava redimir-se, indo beijar a criança todas as noites, quando chegava em casa. Contou que a cada beijo, ele dava um nó no lençol, para que seu filho soubesse que ele estivera ali. Quando acordava, o menino sabia que seu pai o amava e lá estivera. E era o nó o meio de se...
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O PODER POR MEIO DA FRAQUEZA I – JOHN STOTT Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus (I Co.1.18). Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus (I Co.1.24). Para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus (I Co.2.5). A sede de poder sempre foi uma característica da história humana, pelo menos desde os tempos de Adão e Eva em que foi oferecido poder em troca de desobediência. Ainda hoje, as três maiores ambições humanas (a busca por dinheiro, por fama e por influência) são todas um disfarce para a ânsia pelo poder. Na verdade, podemos observar essa sede de poder em todo lugar – na política e na vida pública, nos conflitos […], nas profissões, nas sociedades primitivas […] Infelizmente vemos essa sede de poder na igreja: nas disputas pelas posições eclesiásticas superiores […], e até mesmo no púlpito, ...