domingo, 13 de outubro de 2013

Não tenho fé suficiente para ser ateu


Por Robson T. Fernandes


O ateísmo é um movimento que tem crescido nas últimas décadas, segundo o IBGE. Tal movimento se divide em ateus práticos (não apresentam nenhum tipo de religiosidade), ateus teóricos (se preparam filosoficamente), e os ateus militantes (propagam a “fé” ateia).

A afirmação de que não existem evidências científicas para se provar a existência de Deus, tem se tornado o argumento mais freqüente dos ateus, porém, esses deveriam saber que, semelhantemente, não existem provas científicas para a não existência de Deus. Todas as evidências científicas apontam para a existência de um Criador. Por isso, tantos cientistas na atualidade têm abandonado o ateísmo para se converterem a Cristo e adotarem o Criacionismo.

O ateísmo afirma que Deus não pode ser observado epistemologicamente portanto não faz parte da ciência. Tal afirmação é falha, porque a Ciência nunca negou a existência de Deus. Na verdade, os cientistas decidiram deliberadamente nunca estudar a questão DEUS! Os cientistas simplesmente decidiram não tratar de tal assunto. Agora, decidir não estudar sobre uma pessoa é uma coisa, e afirmar que tal pessoa (que nunca foi estudada) não existe é outra totalmente diferente.

O ateísmo afirma que a religião é má e responsável pela morte de milhões de pessoas na história. Tal argumento pode, em parte, ser verdadeiro. Porém, se partirmos desse pressuposto, iremos observar que o ateísmo foi responsável por um número de mortes muito maior que a religião, a exemplo da China ateísta, ou da Coréia do Norte, ou da antiga URSS, ou ainda através de Lênin, Stalin etc., que foram responsáveis, juntos, pela morte de mais de 100.000.000 de pessoas no mundo, através da história.

Então, onde está Deus? Diante de tal pressuposto os ateus ironizam acerca da existência de Deus, já que O mesmo não pode ser visto fisicamente.

Utilizando-nos da mesma falácia, podemos concluir que um ateu não raciocina, pois não podemos ver fisicamente o seu raciocínio. Um ateu não tem inteligência, pois não podemos ver fisicamente a sua inteligência. Um ateu não tem amor, pois não podemos ver fisicamente o seu amor. Um ateu não tem sentimentos, pois não podemos ver fisicamente os sentimentos. Na verdade, utilizando-nos da mesma falácia, podemos até dizer que um ateu nem tem cérebro, pois não podemos enxergar o seu cérebro, e muito menos a sua capacidade de pensar. Já que não podemos ver essas coisas fisicamente, poderíamos dizer que um ateu é simplesmente um corpo físico que anda vagando, sem cérebro, sem capacidade de pensar, sentir e amar, sem inteligência e sem raciocínio. Seguindo a mesma falácia, utilizada pelos ateus, podemos dizer que um ateu é simplesmente um corpo físico vazio, oco, sem nada por dentro.

Por fim, lembro-me de Nietzsche, que disse: “Se realmente existe um Deus vivo, sou o mais miserável dos homens”. E realmente o foi.

Profecias bíblicas precisas ou mera coincidência?

A Bíblia possui 985 profecias que alguns julgam se tratar de “coincidências”, das quais 573 estão no Antigo Testamento e 412 no Novo Testamento.

Dessas 985 “coincidências” mais de 500 já aconteceram, por “coincidência” exatamente como estavam escritas, “coincidentemente” cumprindo datas, locais, contextos e personagens.

Quando Jesus Cristo estava pregado numa cruz por causa dos pecados da humanidade, 30 “coincidências” aconteceram num período de 6 horas – das 09:00h às 15:00h.

Essas “coincidências” são mais semelhantes a “Cristocidências”. Por exemplo, o Livro de Daniel capítulo 9 e versículo 25 nos diz que desde que a ordem fosse dada para reedificar Jerusalém até que as obras estivessem prontas seriam decorridas 9 semanas. E desde que a cidade estivesse edificada até a chegada do Ungido (Messias = Cristo) seria decorridas 62 semanas.

Pois bem, na cultura judaica – e isto fica claro nos primeiros versículos do capítulo 9 – existem dois tipos de semanas. As semanas de dias (como nós conhecemos), e a semana de anos. Essa semana a que se refere Daniel é a semana de anos, assim sendo, se uma semana de dias tem 7 dias, uma semana de anos tem 7 anos.

Quando nós lemos o livro de Neemias no capítulo 2 podemos ver a ordem para a edificação, ou reconstrução de Jerusalém sendo dada. Exatamente após a ordem ser dada começou a contagem de Daniel 9:25. Sete (7) semanas de anos, isto é, 49 anos. Por “coincidência” quando se completou 49 anos a cidade estava edificada. Que coincidência!

Todavia, não acabou por aqui. Quando a cidade estava edificada começou a segunda contagem. Sessenta e duas (62) semanas de anos, isto é, 434 anos. Por “coincidência” quando se completava 434 anos, após esse feito, era o dia exato em que o texto de Mateus 21:5 nos diz que Jesus CRISTO (Ungido = Messias) estava entrando em Jerusalém montado em uma cria de jumenta. Segundo alguns historiadores seria o dia 14 de Março. Naquele exato dia. Que “coincidência”!

Todavia, não acabou por aqui! O texto de Zacarias capítulo 9 e versículo 9 nos diz exatamente como o Rei chegaria em Jerusalém, quer dizer, montado em uma cria de jumenta. E aconteceu exatamente assim. Que “coincidência”!

Todavia, não acabou por aqui! O único momento da vida de Jesus em que Ele permitiu ser chamado de Rei foi naquela situação. Que “coincidência”!

Todavia, não acabou por aqui! O fato, isto é, a “coincidência” é que essa profecia foi feita no Livro de Daniel, que foi escrito em 537a.C. (537 anos antes de Cristo nascer), iniciada no livro de Neemias, que foi escrito entre 445a.C. e 425a.C (~430 anos antes de Cristo nascer), detalhada no livro de Zacarias, que foi escrito entre 520a.C e 518a.C. (~520 anos antes de Cristo nascer), e cumprida no livro de Mateus, que foi escrito entre 60d.C. e 70d.C. Se cumpriu nos mínimos detalhes. Que “coincidência”!

Agora, para quem deseja continuar de mãos dadas com o ceticismo, existem mais 984 “coincidências”, isto é, profecias que podem ser estudadas na Bíblia!

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Fonte: NAPEC