quinta-feira, 13 de março de 2014

Jesus um plagio. Origem da Trindade


Origem da Trindade: A doutrina cristã da Trindade não tem origem pagã. As religiões pagãs eram POLITEÍSTAS e PANTEÍSTAS, mas os trinitários são monoteístas. Os trinitários não são TRITEÍSTAS que acreditam em três deuses separados; eles são monoteístas que acreditam num deus manifesto em três pessoas distintas.

Embora o termo Trindade ou sua fórmula específica não apareçam na Bíblia, ele expressa fielmente todos os dados bíblicos. Uma compreensão precisa do desenvolvimento histórico e teológico dessa doutrina ilustra de forma ampla que foi exatamente por causa dos perigos do paganismo que o Concílio de Nicéia formulou a doutrina ortodoxa da Trindade. Pra um tratamento breve da história dessa doutrina, v. E. Calvin Beisner, (Deus em três pessoas). Dois clássicos nessa área são G.L. Prestige (Deus no pensamento patrístico) e J.N.D. Kelly, Doutrinas centrais da fé cristã.
Mitraísmo e cristianismo. Com base nisso é evidente que o cristianismo se originou do judaísmo e dos ensinamentos de Jesus. É igualmente evidente que ele não se originou do mitraísmo. As descrições de Chishti dessa religião são infundadas. Na verdade ele não dá referências para as semelhanças que alega. Ao contrário do cristianismo, o mitraísmo é baseado em mitos. Ronald Nash, autor de O cristianismo e o mundo Helenístico, escreve:

"O que sabemos com certeza é que o mitraísmo, tal como seus competidores entre as religiões de mistérios, tinha um mito básico. Mitra supostamente nasceu quando emergiu de uma rocha; estava carregando uma faca e uma tocha e usando um chapéu frígio. Lutou primeiro contra o Sol e depois contra um touro primevo, considerado o primeiro ato da criação. Mitra matou o touro, que então se tornou a base da vida para a raça humana (Nash, p.144)."

O cristianismo afirma a morte física e ressurreição corporal de Cristo. O mitraísmo, como outras religiões pagãs, não tem ressurreição corporal. O autor grego Ésquilo resume a visão grega: “Quando a terra tiver bebido o sangue de um homem, depois de morto, não há ressurreição”. Ele usa a mesma palavra grega para ressurreição, anastasis, que Paulo usa em 1 Coríntios 15 (Ésquilo, Eumenides, p.647). Nash observa:

“Alegações da dependência cristã primitiva do mitraísmo foram rejeitadas por várias razões. O mitraísmo não tem conceito da morte e ressurreição de seu deus nem lugar para qualquer conceito de renascimento – pelo menos durante seus primeiros estágios(...) Durante os primeiros estágios da seita, a idéia de renascimento seria estranha à sua visão básica (...) Além disso, o mitraísmo era basicamente uma seita militar. Portanto é preciso ser cético com relação à sugestões de que tenha atraído civis como primeiros cristãos".

Conclusão

Todas as alegações de dependência cristã para com as religiões gnósticas e de mistério foram rejeitadas por especialistas em estudos bíblicos e clássicos. O caráter histórico do cristianismo e a data antiga dos documentos do NT não oferecem tempo suficiente para desenvolvimentos mitológicos. E há uma falta absoluta de evidência antiga para apoiar tais idéias. O teólogo britânico Norman Anderson explica:

”A diferença básica entre o cristianismo e as religiões de mistério é a base histórica de um e o caráter mitológico das outras. As divindades das religiões de mistério eram apenas “figuras nebulosas de um passado imaginário”, enquanto o cristo que o kerigma apostólico proclamou que viveu e morreu poucos anos antes dos primeiros documentos do NT serem escritos. Mesmo quando o apóstolo Paulo escreveu sua primeira carta aos Coríntios, a maioria das cerca de quinhentas testemunhas da ressurreição ainda estava viva. (Anderson, p. 52-3).

Fonte: Enciclopédia de Apologética, Norman Geisler, Ed. Vida.
Também há evidências que revelam que a informação de que Mitra teria sido crucificado, morrido, ressuscitado e ascendido, surgiu apenas por volta de 400 d.C. Ou seja. A crença na crucificação e ressurreição de Mitra pode ter sido baseada no cristianismo, pois o politeísmo tem a prática de associação de deuses e utilização de mesmas mitologias. Guilherme Born.
Bibliografia
Deuses de mistérios:Zeitgeist, The Movie. A maior história de Todas - documentário.
Wikipedia.org

Bernacchi, Alfredo - Sinto muito, mas Jesus não existiu. E-book edição própria. 
Imagens solstícios e alinhamentos -
 Guilherme Born. (baseado no documentário Zeitgeist, The Movie. A maior história de Todas).
Imagens das cruzes 
- Google
Datação do nascimento de Jesus - 
Wikipedia.org
Reis Magos Wikipedia.org 
Bíblia de Estudos NTLH - Sociedade Bíblia do Brasil 
Bíblia de Estudos NVI - Sociedade Bíblica Internacional 
NVI Digital em Cd-rom - Sociedade Bíblica Internacional 
Cristianismo e Mitraísmo. Uma apologia, por Dr. Norman Geisler - Enciclopédia de Apologética, Norman Geisler, Ed. Vida.
Apêndice, Nascimento Virginal Prof. João Flávio Martinez - CACP - www.cacp.org.br