quinta-feira, 13 de março de 2014

Jesus, um plágio.

Explicando a mitologia
Vejamos porque esses deuses possuem tais características, tão iguais uns com os outros:
Os deuses de mistérios, na sua totalidade, possuem influências astrológicas. O deus maior é o Sol, a luz do mundo, o “salvador”. O Sol é facilmente considerado como deus, pois tais características são muito boas para um “salvador”. Ele traz vida, aquece, dá luz, etc.
O Solstício de inverno
Um fenômeno conhecido desde a antiguidade são os solstícios, e no dia 22 de dezembro, ocorre o início do solstício de inverno (hemisfério norte), no qual o sol tem o seu ponto mais baixo no horizonte, devido à inclinação do eixo terrestre. Este ponto mais baixo permanece por um período de três dias, e, no dia 25 de dezembro, O sol sai deste ponto, subindo 1 grau e voltando, gradativamente, ao seu ponto mais alto, completando e finalizando assim o solstício de verão.
Estrela Sirius e Constelação de três reis
A estrela que brilha mais forte no céu é a estrela Sirius, que no dia 25 de dezembro fica alinhada à constelação de 3 reis (Marias aqui no Brasil). Este alinhamento aponta diretamente ao sol.
Sendo assim, o sol, saindo do solstício de verão “renasce”, movendo-se 1 grau para o norte depois de três dias (22-25) e quando renasce, é sinalizado pela estrela Sirius, seguida pela constelação de três reis, formando assim um alinhamento entre os três.
Entende-se que as mitologias surgiram, ou tiveram como base, estes fenômenos. O Sol, renascendo, é sinalizado pela estrela, que, formando um alinhamento com a constelação de reis e o sol, nos mostra a constelação seguindo a estrela e indo em direção ao Sol (salvador).
Então, temos a mitologia criada, de que o salvador foi sinalizado por uma estrela e que três reis foram até o salvador seguindo a estrela. Tal informação se assemelha com o relato do nascimento de Jesus. Veja a imagem abaixo:
25/12
Alinhamento estelar entre o Sol, a estrela Sírius e a constelação de três reis (três marias) no dia 25/12
Cruzeiro do Sul
O mesmo fenômeno é comparado com a crucificação, quando o Sol termina o solstício de verão e fica neste período por três dias (enterrado) e ressurge (ressuscita) ao 3º dia. Tal comparação com a crucificação é devido á outro alinhamento estelar, este, com o cruzeiro do sul no dia 22. Ou seja, o sol é crucificado com o cruzeiro e ressurge no 3º dia (ressuscita) dia 25.
22/12
Alinhamento do sol com o cruzeiro do sul, no final do solstício de verão.

Jesus, um plágio?

Vamos agora pesquisar acerca de Jesus e verificar as semelhanças entre ele e os deuses de mistérios no quesito nascimento.
Obviamente, temos que concordar que as semelhanças são extremamente “desconcertantes”, mas elas persistem apenas para os que são ignorantes com relação a alguns fatos.
As informações apresentadas pelos críticos da religião cristã são, de certa forma, resumidas. Os céticos apresentam apenas o que lhes convém, para afirmar suas alegações. Apresentam somente as semelhanças, e ignoram completamente as diferenças.
Nascimento no dia 25.
Infelizmente, os céticos ignoram a verdadeira informação sobre o “nascimento” de Jesus no dia 25. Tal data foi adotada pela ICAR (católica) no final do 3º século. O cristianismo era contemporâneo ao mitraísmo e as duas religiões dividiam fiéis na sua época. Como Mitra “nasceu” no dia 25, por conveniência, o Catolicismo adotou a mesma data para o nascimento de Jesus. Além disso, adotou trajes, costumes e rituais pagãos do mitraísmo. Vejam o texto abaixo:
...A celebração do Natal Cristão em 25 de dezembro surgiu por paralelo com as solenidades do Deus Mitra, cujo nascimento era comemorado no Solstício (de inverno no hemisfério norte e de verão no hemisfério sul). No calendário romano este solstício acontecia erroneamente no dia 25, em vez de 21 ou 22. Os romanos comemoravam na madrugada de 24 de dezembro o "Nascimento do Invicto" como alusão do alvorecer de um novo sol, com o nascimento do Menino Mitra. Já foram encontradas figuras do pequeno Mitra em Treveris e a semelhança com as representações cristãs do Menino Jesus são incontestáveis.
Estas semelhanças aparecem depois que o Catolicismo foi fundado, no final do 3º século...

...Com o cristianismo oficializado no Império Romano, pelo Edito de Milão, expedido por Constantino, os cristãosrapidamente tomaram os postos dos sacerdotes pagãos na sociedade, inclusive mantendo as festas, rituais, vestimentas e indumentárias pagãs. Em Roma o papa cristão passou a ser o Pontífice, substituindo de maneira pomposa o anterior chefe religioso pagão. Constantino também está ligado a ele, esse legado concedido ao papa traria aunificação das religiões no império até porque o culto a Mitra oferecia semelhanças com o cristianismo. A conceituação de Deus como um sol, não somente por causa da facilidade com que esta alegoria se aplica a Deus, mas ainda porque os cristãos já a encontraram pronta nos cultos em seu em torno, e o mantiveram a interesse, como forma de solidificar um estado forte.
Fonte: Wikipédia
Sendo assim, vemos que as semelhanças de culto mais visíveis foram originárias do século III pela igreja católica. O Objetivo era, principalmente, político. Devido ao ecumenismo praticado pela igreja católica, criou-se a data COMEMORATIVA do nascimento de Jesus como sendo em 25 de dezembro, por conveniência e para a fácil aceitação dos pagãos. Visando a conversão deles, estabeleceu-se esta data.
Proclamação do 25 de Dezembro depois de Cristo.
Em 274 d.C o Imperador Aureliano proclamou o dia 25 de dezembro, como "Dies Natalis Invicti Solis" (O Dia do Nascimento do Sol Inconquistável). O Sol passou a ser venerado. Buscava-se o seu calor que ficava no espaço muito acima do frio do inverno na Terra. O início do inverno passou a ser festejado como o dia do Deus Sol.
Ou seja, o dia 25 de dezembro foi proclamado depois do nascimento de Jesus. Então os deuses de mistério também não nasceram no dia 25 de dezembro. Eles nasceram no solstício de inverno e não no dia 25.
Como vemos, a data de nascimento de Jesus é uma data comemorativa, que foi oficializada quase 400 anos depois de seu nascimento. Isso ocorre porque a bíblia não nos dá a informação exata sobre a data do seu nascimento. Apenas especulando, conseguimos descobrir mais ou menos a época em que Jesus nasceu.
Calendários - A verdadeira confusão
Outro fato que invalida o impossivel plágio envolvendo o cristianismo, é exatamente a data de 25 de dezembro. Nos tempos de Jesus e nos milênios anteriores, não existia um sistema de calendário fixo para vários países ou povos. Cada um tinha o seu. Os calendários sempre eram confusos e muito diferentes um dos outros.
Muitas vezes, a sucessão de um novo rei, por ordem deste, era modificado o calendário a seu gosto e liberdade. Um exemplo disso é na própria bíblia. Não encontramos nenhum texto onde as pessoas comemoravam aniversários, por exemplo. Ou seja, as pessoas não sabiam em que data nasceram devido a tantas mudanças.
O calendário que adotamos hoje é uma forma recente de contar o tempo. Foi o Papa Gregório XIII que decretou o seu uso através da Bula Papal "Inter Gravissimus" assinada em 24 de fevereiro de 1582. A proposta foi formulada por Aloysius Lilius, um físico napolitano, e aprovada no Concílio de Trento (1545/1563). Nesta ocasião foi corrigido um erro na contagem do tempo, desaparecendo 11 dias do calendário. A decisão fez com que ao dia 4 de outubro de 1582 sucedesse imediatamente o dia 15 de outubro do mesmo ano. Os últimos a adotarem este calendário que usamos foram os russos em 1918.
Reparem que as alegações dos críticos sobre o plágio está totalmente baseada no dia 25 de dezembro do calendário atual. Como podem alegar um plágio utilizando uma data que talvez não existisse? Quem diz que no egito do ano 3000 a.C. existia o mês de dezembro? E em Roma?
Os calendários dos povos antigos eram baseados sempre pelas estações do ano e fases da lua. Porém hoje, sabemos que as fases da lua não seguem uma cronologia correta, fazendo com que esse erro seja corrigido a cada 4 anos, ou seja, todo ano, sobram 6 horas.
Agora imaginem um povo que não tinha conhecimento disso! Imaginem a confusão que isso causava nos calendários! Junte isso com os manda-desmanda de reis e imperadores (Julío Cezar e Cesar Augusto, criadores do mês de julho e agosto, por exemplo). A confusão tá montada e a data correta furada!
O calendário Judaico é composto da seguinte forma: Os anos têm 353 dias quando são "defeituosos", 354 os "regulares", e 383 dias os "perfeitos" ou "abundantes". O Rosh Hashana (Ano Novo - 7 de outubro do nosso) dá in¡cio ao per¡odo de dez dias de penitência, que vai até o Yom Kipur, Dia do Perdão. O calendário israelita é lunissolar, com anos solares e meses lunares. Para se ajustar os meses ao ano solar, intercala-se um mês nos anos 3, 6, 8, 11, 14, 17 e 19 de um ciclo de 19 anos. Os meses são fixados alternadamente com 29 e 30 dias. Sempre em ordem e essa ordem não falhava, justamente por considerar apenas os movimentos observados da Lua e Sol. O calendário Judeu nunca sofreu modificações por parte de reis e governadores , sendo o mesmo até hoje.
Se Jesus fosse mito, este mito teria sido criado por judeus, sendo judeus, teriam criado sua data no mês de Dezembro e no dia 25? O mês de dezembro não existe no calendário judeu. Sendo dezembro o último mês do ano, então o último mês do ano judaico seria setembro e não dezembro no nosso calendário. Então, sendo Jesus criado por judeus, ispirando-se pelo solstício, teria nascido no 2º mês judaico e não no 12º.
O Decreto
A comemoração do Natal de Jesus surgiu de um decreto. O Papa Júlio I decretou em 350 que o nascimento de Cristo deveria ser comemorado no dia 25 de Dezembro, substituindo a veneração ao Deus Sol pela adoração ao Salvador Jesus Cristo. O nascimento de Cristo passou a ser comemorado no Solstício do Inverno em substituição às festividades do Dia do Nascimento do Sol Inconquistável.

Datação do Nascimento de Jesus

Jesus nasceu durante a vida de Herodes, o Grande, que os romanos haviam designado para governar a Judéia. Os calendários são contados a partir do ano em que se supõe ter nascido Jesus, mas as pessoas que fizeram essa contagem equivocaram-se com as datas: Herodes morreu no ano 4 a.C., de modo que Jesus nasceu 3 anos antes, a quando dos censos do povo Judeu, que ocorreu, exatamente, 1 ano após os censos dos outros povos também subjugados ao poder Romano. Estes censos ocorreram para facilitar aos Romanos a contagem do povo e a respectiva cobrança dos impostos. Os Judeus sempre se opuseram a qualquer tentativa de contagem, por essa razão, esta ocorreu um ano depois de ter ocorrido nos povos vizinhos.
A data de nascimento de Jesus é muito discutida. Devido a falhas do calendário há quem diga que Jesus teria nascido por volta do ano 6 d.C.. Porém, considerando que Jesus nasceu pouco tempo antes da morte de Herodes isto coloca-nos numa data anterior a 4 a.C..
Outra ajuda que temos para facilitar a localização da data do nascimento de Jesus foi que este ocorreu quando José foi a Belém com sua família para participar do recenseamento.
Os romanos obrigaram o recenseamento de todos os povos que lhes eram sujeitos a fim de facilitar a cobrança de impostos, o que se tornou numa valiosa ajuda na localização temporal dos fatos, uma vez que ocorreu exatamente 4 anos antes da morte de Herodes, no ano 8 a.C..
Entretanto, os Judeus tomaram providência no sentido de dificultar qualquer tentativa por parte dos ocupantes em contar o seu povo, pelo que, segundo a história, nas terras judaicas este recenseamento ocorrera um ano depois do restante império romano, ou seja, no ano 7 a.C.. Em Belém, o recenseamento ocorrera no oitavo mês, pelo que se concluiu que, Jesus nascera provavelmente no mês de Agosto do ano 7 a.C..
Outros fatos também ajudam a estimar a data exata. Conforme é relatado pelos textos bíblicos, no dia seguinte ao nascimento de Jesus, José fez o recenseamento da sua família, e um dia depois, Maria enviou uma mensagem a Isabel relatando o acontecimento.
A apresentação dos bebês no templo, bem como a purificação das mulheres teria de ocorrer até aos vinte e um dias após o parto. Jesus foi apresentado no templo de Zacarias, segundo os registros locais, no mês de Setembro num sábado. Sabe-se que Setembro do ano 7 a.C. teve quatro sábados: 4, 11, 18 e 25. Como os censos em Belém ocorreram entre 10 e 24 de Agosto, o sábado de apresentação seria o de 11/09. Logo Jesus teria nascido alguns dias depois de 21 de Agosto do ano 7 a.C..
Fonte: Wikipédia
A importância do nascimento
Biblicamente falando, o nascimento não tem a mesma importância do que a morte de Jesus. Na doutrina cristã, o que de fato importa é a morte de Jesus e não seu nascimento. Cremos que a data é omitida justamente para que não se tornasse data de culto, como no caso do natal, o qual tornou-se cultuada pela ICAR e atualmente, pelo comércio. Já a morte de Jesus, temos a data correta. Sexta-feira, dia 14 do mês de Nissan (abril) do ano 26 d.C (baseando-se no nascimento em 7 a.C)
Plágio refutado.
Como as mitologias dos deuses de mistério se baseiam principalmente no quesito “nascimento no dia 25 de dezembro”, a teoria do plágio está refutada já pela raiz. Pois Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro, os deuses também não nasceram no dia 25 de dezembro, a estrela que sinalizou o nascimento de Jesus não apareceu no dia 25 de dezembro, os calendários de cada povo eram diferentes um do outro e os reis foram até Jesus em agosto e não em dezembro. Tal data foi firmada em 350 por um decreto, substituindo a adoração ao sol por Jesus, quando o cristianismo foi oficializado como religião do império.
A data de 25 de dezembro, nascimento de Mitra, foi proclamada no ano de 274 d.C. Sendo assim, é mentira pura a história de que os deuses de mistérios nasceram do dia 25. Todos os deuses é que plagiaram a data de nascimento de Mitra. Todos os deuses de mistério, que nasciam no solstício de inverno, assim como Mitra, passaram, a partir do ano de 274 a nascerem no dia 25, plagiando assim a data de Mitra, deus romano da época. Jesus nasceu 274 anos antes desta proclamação.
Hórus, Mitra, Attis, Khrishna, Dionysio, e tantos outros, nasceram no solstício e não no dia 25 de dezembro.
Ignorância cética
A Ignorância dos céticos ou até mesmo o preconceito com o cristianismo impossibilita-os de analisar algumas informações com maior atenção aos registros bíblicos.