sexta-feira, 18 de março de 2011

A estátua de Nabucodonosor



(Dn. 7:4) A cabeça de ouro e o leão (cabeça humana, corpo de um leão, com asas de águia, o símbolo nacional de Babilônia), representam o Império Mundial Babilônico. As asas de águia representam as velozes conquistas de Nabucodonosor.

(Dn. 7:5) No ano 538 a.C, estabeleceu-se o duplo império dos Medos e Persas. As três costelas representam os reinos conquistados: Lidia, Babilônia e Egito. Os Persas foram mais fortes e permaneceram mais tempo no poder(obs. levantou-se mais de um lado do que do outro).

(Dn. 7:6) Sob o comando de Alexandre Magno, a Grécia torna-se um poder mundial (331 a.C. Com a morte de Alexandre, o império é dividido em quatro partes, lideradas por seus generais: Trácia, Síria, Macedônia e Egito (obs. as quatro cabeças).

(Dn. 7:7) Em 168 a.C, os Romanos estabelecem o quarto império mundial. Com severidade e intolerância, subjugaram as outras nações. Este império era conhecido como "o reino de ferro" (obs. pernas de ferro da estátua e os dentes dos animais).

(Dn. 7:24) Europa. De 351-476 d.C, ocorre uma imigração muito grande; o império romano é dividido em dez pequenos reinos europeus ( obs. dez chifres e os dez dedos). Os chifres divididos mas prósperos, e a afirmação que o barro e o ferro não se misturam, mostra a impossibilidade de uma Europa Unida.