quarta-feira, 23 de março de 2011

O segredo do sucesso de C.H.Spurgeon


Ao pensar no ministério de Charles Haddon Spurgeon quase que de imediato nos deparamos com superlativos. Spurgeon é considerado pela maioria dos pregadores moderno como o maior pregador de seu tempo. Seu ministério tão importante ao ponto de não deixar continuadores a altura, tem deixado muitos evangelistas dos tempos modernos com uma importante indagação: O que ele fez para merecer tão importante nome na listas dos grandes evangelistas?
O que levou este homem a iniciar uma série de campanhas evangelisticas que arrebanhou centenas de pessoas para Cristo? O que fez com que se tornasse mais conhecido do que o primeiro ministro da Inglaterra na sua época? De onde vinha a energia necessária que o movia a lutar pelas almas perdidas contrariando a oratória comum de seus companheiros de ministério?
Muitos ministros e pastores da época de Spurgeon estavam mudando suas formas de apresentar o evangelho. Estavam caminhando para o perigo de apresentar uma mensagem mais secular e sem desafios. Mensagens que não apelassem para a condição do pecador. Que não exigissem muita renúncia. Este tipo de mensagem vem ecoando durante décadas até os dias atuais. Temos vistos dezenas delas: teologia da prosperidade, teologias liberais, entre outras. Ela vem crescendo assustadoramente como erva daninha no ceio da Igreja moderna e cada vez mais se afastando da mensagem bíblica.
Esta onde de “novo evangelismo” mexeu tanto com Spurgeon ao ponto de levá-lo à lutar até mesmo contra seus companheiros de ministério e a convenção da qual fazia parte. Mas ele deixou um legado importante para aqueles que querem pregar o verdadeiro evangelho de Jesus Cristo. A proposta é trazer uma mensagem mais cristocentrica enfatizando a condenação pela lei e a salvação pela graça através da fé. Essa forma de apresentar o evangelho não é nova. Ela foi mostrada primeiro por Jesus Cristo ao iniciar aquela conversa com o jovem rico (Mc. 10), por Pedro no dia de pentecostes, por Paulo ao mundo gentio, pelos reformadores e até mesmo por evangelistas modernos como Billy Graham.
Fonte: Evangelho Hoje